
Oliveira Costa deixou, na Comissão de Inquérito da Assembleia da República, matéria suficiente para que Dias Loureiro e Vítor Constâncio sejam, por uma vez na vida, homenzinhos, i.e., se demitam!
Em oito longuíssimas horas, o ex-presidente do Banco Português de Negócios expôs um vasto leque de acusações que merecem da Democracia a mais rigorosa das atenções. Além de todos os "não comento" que ficaram no ar - o que só reforça que o homem só falou do que quis e como quis, independentemente do quando quis que todos já sabíamos -, Oliveira Costa desmentiu claramente Dias Loureiro ("Quando Dias Loureiro regressou da conversa com o Banco de Portugal, transmitiu-me que acabara de falar com António Marta e que em síntese tinha lhe feito sentir que a supervisão estava constantemente em cima do BPN"), tentou salvar o Banco de Portugal de responsabilidades ("Se apreciarmos o que se passa lá fora, temos que concluir que algo falhou"), alargou acusações ("Paradoxalmente foi um grupo de 10 accionistas e particularmente 4, que conscientemente manipularam os factos e impediram a venda do grupo a estrangeiros"), sabia a quem erguia o dedo ("Em 30 de Agosto, que é o meu dia de anos, um grupo de accionistas criou uma armadilha. Depois contrataram um especialista que em vez de mostrar o risco, retirou a espoleta e transformou a armadilha em kamikaze" e, ainda, deixou matéria para o Ministério Público apreciar ("A minha assinatura é muito falsificada, é fácil de imitar, vou mandar já averiguar se é o caso", sobre a venda da Biometrics por um dólar), etc., etc., etc..
Foram oito longuíssimas horas de uma história que está longe do epílogo. Até lá, Dias Loureiro, conselheiro de Estado, e Vítor Constâncio, um dos governadores de bancos centrais mais bem pagos do Mundo, não têm grandes alternativas. Ainda assim e se não souberem ser homenzinhos, que Cavaco Silva e José Sócrates assumam a única possibilidade política que lhes resta: abrirem em par as portas da saída.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Por uma vez na vida, sejam homenzinhos
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quarta-feira, maio 27, 2009
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terça-feira, 26 de maio de 2009
FANTASBLOCO - Interrogatório a um precário
Filme para um tempo de Antena do Bloco de Esquerda das Europeias 2009, integrado na série Fantasbloco.
Com António Capelo António Simão António Castelo Pedro Carraca Sérgio Grilo Realização: Manuel Pureza Montagem: João Salaviza Fotografia: Vasco Viana Direcção de Arte: Nadia Henriques Figurinos e Assistência de Decoração: Maria Ribeiro Maquilhagem: Rita Álvares Pereira Assistência de Imagem: Inês Pestana Som: Carlos Conceição Produção: Bruno Cabral.
sábado, 23 de maio de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
sexta-feira, 1 de maio de 2009
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Presidente Obama

Nunca, diz a História, foi tão elevada e global a expectativa a propósito da eleição e, agora, da posse de um presidente dos EUA. A esperança em dias melhores atingiu níveis inéditos. Será ele capaz?
às
quarta-feira, janeiro 21, 2009
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segunda-feira, 22 de dezembro de 2008
Pelo corpo todo
Agora que os postais de Natal caíram em desuso, agora que os e-mails de Natal estão em alta, uma simples imagem para todas e todos do meu conhecimento.
Pelo corpo todo, está bem?
:-)
às
segunda-feira, dezembro 22, 2008
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domingo, 14 de dezembro de 2008
quinta-feira, 4 de dezembro de 2008
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Uma sessão histórica
Uma sessão histórica, aqui na Colina com muito tempo de atraso, eu sei, mas ainda assim emblemática.
(...)
PRESIDENTE (Miguel Mendonça): Muito obrigado, Sr. Deputado. Para uma intervenção, tem a palavra o Sr. Deputado José Manuel Coelho.
José Manuel Coelho (PND): Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia, Excelentíssimas Senhoras e Senhores Deputados. Há 34 anos estava eu no Batalhão de Caçadores 5, em Lisboa, a tirar a especialidade de Transmissões de Infantaria e na noite de 24 para 25 de Abril, pela uma hora da madrugada, o corneteiro tocou na caserna os instrumentos de transmissões de infantaria. Estava a nascer o 25 de Abril. Estou a ver esse dia como se fosse hoje. Nós saímos ajudar as tropas operacionais do Batalhão de Caçadores 5 para a revolução do 25 de Abril que estava em marcha.
Burburinho.
Saímos para a rua, ocupámos o Parque Eduardo VII, prendemos a PSP, prendemos a GNR, prendemos os PIDES que a população indicava, que perseguiam a população portuguesa.
Burburinho geral.
Tive esse grande privilégio de assistir ao nascimento da democracia em Portugal. Agora, desta tribuna, eu queria perguntar aos Excelentíssimos Senhores Deputados Coito Pita e Tranquada Gomes onde é que eles estavam quando veio o 25 de Abril? Queria perguntar a Sua Excelência o Senhor Presidente da Assembleia, que toda a vez que eu vou lá falar com ele me diz “porte-se bem, porte-se bem, está continuamente a me dar lições de moral”, eu queria perguntar ao Excelentíssimo Senhor Presidente da Assembleia onde é que ele estava quando se deu o 25 de Abril? Eu vim para a minha terra confiado que ia ser instaurada a verdadeira democracia nesta terra. Assistimos ao nascimento da autonomia, ao Parlamento autonómico, e eu pensava que tínhamos um Parlamento democrático, pensava que o Partido Social Democrata que era um partido democrático.
Burburinho geral.
...mas comecei por verificar que realmente não era bem assim. O Partido Social Democrata tinha alguns que eram verdadeiros sociais democratas, mas os chefes desse partido não eram sociais-democratas, os chefes desse partido eram reaccionários, eram fascistas, nomeadamente o seu chefe mor, o Dr. Alberto João Jardim.
Protestos do PSD. Burburinho.
PRESIDENTE (Miguel Mendonça): Srs. Deputados, eu pedia um pouco mais de silêncio.
José Manuel Coelho: Em 1977, participei nas campanhas da APU e depois verifiquei que havia pessoas dentro do PSD, mandatadas pelo chefe, o chefe fascista, que recebiam ordens para me assassinar. Eu tive três presidentes de câmara do PSD que receberam ordens de Alberto João Jardim para tirar a minha vida, para me matar! Eu uma vez ia às sessões da câmara, no tempo do Paulo Jesus, e as sessões da câmara foram transferidas para a parte da tarde e veio um familiar do Roberto Almada, do Deputado Roberto Almada, falar comigo dizendo assim: “Coelho, você não vá às sessões da câmara na parte da tarde porque eles vão matá-lo, o João da Sorte vai vir e vai-lhe dar um tiro e você vai ser assassinado” e eu deixei de ir às sessões da câmara. Para comprovar aquilo que o familiar ali do meu camarada dizia, em 1980, estávamos numa campanha, pela APU, em Gaula, quando esse famigerado João da Sorte, acompanhado dos capangas do PSD, faz-me um raio para me assassinar. Eu consegui fugir. Eles deram seis tiros num camarada meu, da altura, esse camarada ainda está vivo, o camarada Manuel Teixeira, esse camarada levou seis tiros. Em recompensa por esse serviço prestado ao regime, esse senhor que deu os tiros, o João da Sorte, tem hoje uma rua com o seu nome, no Caniço. Isto não são brincadeiras, não são fait-divers, são verdades! Passou-se comigo. Eu já tive três presidentes de câmara que tentaram me tirar a vida, mandatos pelo chefe fascista, o Alberto João Jardim. Eu actualmente quando vendo o Garajau muitas pessoas dizem-me: “olhe, tome cuidado que o Jaime Ramos pode matá-lo, pode mandar alguém assassiná-lo”. Sem dúvida que nós não vivemos num regime democrático! Nós vivemos num regime ditatorial que está disfarçado numa social-democracia, porque o Partido Social Democrata daqui da Madeira não é o mesmo Partido Social Democrata do Continente, é um partido que não respeita a democracia, é um partido que se puder, mata os democratas. Por isso, eu vim a esta Casa para ajudar o combate do Prof. João Carlos Gouveia, que é preciso derrubar o regime, deitar abaixo este regime facínora e reaccionário, porque o maior perigo que há para a democracia é o conformismo, é as pessoas se acomodarem, os democratas se acomodarem, porque as forças reaccionárias comandadas pelo líder fascista desta terra a pouco e pouco vão tirando as liberdades. Só no espaço dum ano e meio já reviram. vão rever. já reviram portanto o Regimento três vezes! Vão tirando as liberdades. A pouco e pouco os democratas vão cedendo, vão cedendo. Só que não se devem esquecer duma coisa: é que as grandes ditaduras da História evoluíram a partir das democracias parlamentares e foi a cedência dos democratas, o conformismo. Os democratas foram cedendo num ponto, foram cedendo noutro até que democracias parlamentares evoluíram para sanguinárias ditaduras. Temos um exemplo disso em Portugal, no Estado Novo, que também evoluiu duma democracia parlamentar e tornou-se uma ditadura sanguinária. Eu lembro-me do dramaturgo alemão Bertolt Brecht, quando ele dizia, falando sobre o conformismo que se apoderava dos democratas: “a indiferença é o maior perigo, o maior inimigo da democracia” - dizia Bertolt Brecht, em 1933.
Burburinho.
...que. vieram ter junto dum democrata e disseram: “olha, estão prendendo os comunistas”. Eu não me importei, porque eu não era comunista! Depois disseram-me: “oh! estão prendendo os sindicalistas” e eu também não me importei porque não era sindicalista. Depois “estão prendendo os sacerdotes, os padres”, eu também não me importei porque não era padre, mas depois, tempos depois “ah! mas já estão a prender-me, já estão a levar-me” e não havia já nada a fazer, meus amigos! Portanto, nós temos aqui um Regimento que é atentatório das liberdades democráticas do 25 de Abril, da autonomia, dos ideais de Abril e já é tempo dos democratas desta terra dizerem “basta!”, pôr um travão a esta situação. Não é suficiente ir a Tribunal Constitucional. Está nas nossas mãos hoje, aqui e agora, os democratas, os partidos da oposição desta Casa travar esta ofensiva reaccionária e antidemocrática deste regime jardinista. Basta apoiarem a iniciativa do meu partido, abandonarem este Parlamento, deixarem os parlamentares do PSD falar sozinhos, no seu regime antidemocrático, abandonarem! Não é preciso ir para o Tribunal Constitucional! Nós hoje, se quisermos, podemos fazer o 25 de Abril nesta terra! Podemos boicotar este Parlamento! Podemos sair, abandonar esta Assembleia e fazer trabalho político lá fora.
Burburinho.
Escusa de a gente estar aqui a legitimar esta gente, esta gente que atenta constantemente contra a democracia, contra os direitos de Abril, meus amigos. Os partidos da oposição têm uma palavra a dizer, porque se não tomarem uma atitude firme contra esta gente reaccionária vai acontecer aquilo que aconteceu ao Bertolt Brecht. aquilo que dizia o Bertolt Brecht: a democracia, quando verificarem, já não têm democracia. Nós actualmente já não temos liberdade de expressão.
Protestos do PSD.
Antigamente, um deputado nesta Casa.
Burburinho na bancada do PSD.
...não era julgado por delito de opinião, agora já é!
Protestos do PSD.
Temos um deputado nesta Casa, um grande camarada, um grande lutador que é o Paulo Martins que está a ser julgado nos tribunais por um juiz fascista e vai ser condenado por esse juiz fascista, meus amigos! Não tenham dúvidas!
Burburinho.
Hoje, é o Paulo Martins! Ontem foi o Leonel Nunes que foi condenado por outro juiz fascista. Amanhã será qualquer um de vós. Meus amigos, é preciso combater esta gente reaccionária, esta gente que é contra Abril, esta gente que é contra a autonomia, esta gente quer a ditadura, quer tirar duma vez as liberdades, as poucas liberdades que nós temos neste Parlamento, porque estes senhores do PPD/PSD eles não são sociais democratas, estão travestidos, estão camuflados de sociais democratas, mas eles ao fim ao cabo são da extrema-direita, são fascistas, são pessoas viradas para o 24 de Abril!
Burburinho na bancada do PSD.
Lembrem-se que esta Casa nunca teve a honestidade de celebrar o 25 de Abril. Sempre odiaram o 25 de Abril. Nunca nesta Casa foi celebrado o 25 de Abril, por ordem do chefe fascista supremo que manda nesta terra, que nunca se converteu à democracia. Eu acho que é altura dos democratas dos partidos da oposição perderem a sua passividade e tomarem uma atitude firme. E essa atitude firme, na nossa opinião, não será ir ao Tribunal Constitucional, é fazer o 25 de Abril aqui mesmo, abandonar esta Assembleia, fazer o trabalho político lá fora, deixar eles a falar sozinhos para mostrar ao País inteiro o sistema antidemocrático que se vive aqui nesta Madeira, porque é preciso ver o verdadeiro regime. O verdadeiro regime que governa esta terra não é o regime democrático, é o regime nazi fascista do populista Alberto João Jardim.
Protestos do PSD. Burburinho geral.
Portanto o regime deles, meus amigos, é este! (Neste momento, o deputado desfralda uma bandeira nazi.) O regime desses amigos, destes amigos do Partido Social Democrata é este.
PRESIDENTE (Miguel Mendonça): Sr. Deputado.
Protestos do PSD.
José Manuel Coelho (PND): É este regime, é o regime do nazi fascismo do Hitler.
Protestos do PSD.
PRESIDENTE (Miguel Mendonça): Sr. Deputado, faz favor.
José Manuel Coelho (PND): São eles, são atiradores deste regime.
Protestos do PSD.
PRESIDENTE (Miguel Mendonça): Faz favor de retirar a bandeira.
José Manuel Coelho (PND):... eu trouxe esta bandeira para oferecer ao líder do PSD, o Jaime Ramos.
PRESIDENTE (Miguel Mendonça): Estão suspensos os trabalhos.
José Manuel Coelho (PND): ... esta bandeira é para oferecer a ele! Esta bandeira é para oferecer a este covarde, este traidor da Madeira, este fascista.
PRESIDENTE (Miguel Mendonça): Eu pedia uma reunião de líderes desde já (...)”
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quarta-feira, dezembro 03, 2008
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quarta-feira, 19 de novembro de 2008
A insustentável leveza das palavras
A notícia integral pode encontrá-la na transcrição que aqui foi feita. Quer dizer, pode encontrá-la e lê-la se ainda se tiver um pingo de honradez, porque, posso garantir, vai ficar de cara à banda.
Não é que a líder do maior partido da oposição quer uma suspensão da democracia, coisa rápida aí para uns seis meses?!
O PSD atravessa um período terrível, oscilando a sua presidência entre exageros linguísticos e verbais que não auguram nada de bom e que o PS e José Sócrates vão agradecendo...
Claro que já há quem tenha vindo chamar a atenção para a ironia da senhora - quando ouvindo e tornando a ouvir o registo na rádio apenas dá para perceber a seriedade com que a alarvidade foi pronunciada e intuir a insustentável leveza com que as palavras são, muitas vezes, proferidas.
O que mais me surpreende, no entanto, é que os analistas, sempre tão atentos, se tenham esquecido, até ver, da relação umbilical existente entre Manuela Ferreira Leite e o seu referencial vivo político-ideológico. Esse mesmo!, o mesmo senhor que, a 10 de Junho deste ano, foi a Viana do Castelo convencido de que assinalava a passagem de mais um dia da Raça.
E o mais espantoso é que ter visto/lido/ouvido ninguém, até agora, a desmontar o tremendo efeito subliminar dessas "gaffes"/ironias. Sobretudo no actual contexto de crise profunda. Não tarda nada ainda nos aparece por aí um Sebastião qualquer de bota cardada e vamos entender, calmamente, que o salvador da Pátria chegou.
às
quarta-feira, novembro 19, 2008
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sábado, 1 de novembro de 2008
O melhor vendedor do ano

O Departamento Comercial da empresa J.P. Sá Couto, criadora do primeiro computador portáil português, também conhecido por Magalhães, instituiu um prémio para o seu melhor vendedor em 2008.
A distinção, que será entregue no decurso do próximo ano, premiará o melhor comercial em actividade. José Sócrates - que conseguiu colocar chefes de Estado e de Governo da América Latina espantados com a interactividade da tecnologia lusa e interessados em celebrar negócio - domina, neste momento, por expresíssima vantagem a tabela de vendas. Hergé já nem reclama.
às
sábado, novembro 01, 2008
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quinta-feira, 16 de outubro de 2008
Tadito...
Não sou nada pró-Obama, nem pró coisa nenhuma que venha daquela banda.
E muito menos penso que também deveria votar nas presidenciais norte-americanas porque, em última análise, o poder da Casa Branca condiciona o poder do meu próprio país, Portugal...
Mas esta madrugada deu-me uma coisa má e... coitadinho daquele senhor velhinho que (dizem) sobreviveu ao Vietname, o de cabelos brancos na foto, esse mesmo, a dizer que não, não Senhor (senhor é o negro à esquerda, na imagem), eu não sou o presidente Bush. Tadito...
Devia ser proibido bater em velhinhos.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
sábado, 27 de setembro de 2008
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Salva da feitiçaria, graças a Muthee
O pastor Thomas Muthee andou pelo seu país, no Quénia, em busca da fonte da feitiçaria e até encontrou uma "culpada" que acabou expulsa da sua aldeia por ser responsável por uma série de acidentes de viação...
Sarah Palin, candidata republicana à sucessão de Condoleezza Rice na vice-presidência dos Estados Unidos, participou "num acto religioso" em que o dito pastor pede a Deus que a "salve de qualquer forma de feitiçaria"...
É caso para dizer, meu deus, salva-nos destes desfeitiçados (isto se as palavras de Muthee foram ouvidas por Ele), eles são tão estranhos.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Mais uma que me escapa
Aparentemente, o senhor ministro da Economia, Manuel Pinho, não tem grande margem de manobra para intervir na regulação do preço dos combustíveis. É o que se pode ler aqui.
Levando de boa fé o que dizem os senhores que falam Economês tão bem, ora digam lá, agora, se faz favor, por que motivo o raciocínio não se aplica, também, à Região Autónoma da Madeira? É que, aqui, é um tal de Alberto João Jardim que fixa os preços dos combustíveis.
sexta-feira, 12 de setembro de 2008
quarta-feira, 10 de setembro de 2008
quarta-feira, 13 de agosto de 2008
A imagem que fica de Pequim
A menina da foto é linda e tem uma voz magnífica. Chama-se Yang Peiyi e foi a voz da cerimónia de abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim.
Há quem queira ter-lhe inventado dois "problemas" - rosto arredondado e dentição irregular -, mas é tudo uma treta medonha que os senhores do marketing-&-quejandos -lá-do-sítio inventaram em nome dessa coisa fantástica que os tempos modernos (o capitalismo?) inventaram: a imagem.
Esta é, por isso, a imagem que, para mim, fica de Pequim. A menos que a Vanessa e o Obikwelu consigam aviar a concorrência toda sem a deixar respirar...
às
quarta-feira, agosto 13, 2008
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