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terça-feira, 26 de maio de 2009

FANTASBLOCO - Interrogatório a um precário

Filme para um tempo de Antena do Bloco de Esquerda das Europeias 2009, integrado na série Fantasbloco.
Com António Capelo António Simão António Castelo Pedro Carraca Sérgio Grilo Realização: Manuel Pureza Montagem: João Salaviza Fotografia: Vasco Viana Direcção de Arte: Nadia Henriques Figurinos e Assistência de Decoração: Maria Ribeiro Maquilhagem: Rita Álvares Pereira Assistência de Imagem: Inês Pestana Som: Carlos Conceição Produção: Bruno Cabral.

terça-feira, 12 de maio de 2009

domingo, 10 de maio de 2009

Histórias do "ranger" Froufe Andrade


"Não sabes como vais morrer" é o título de um novo título da autoria de Jaime Froufe Andrade, incluído na Colecção Memória Perecível, editado pela Associação de Jornalistas e Homens de Letras do Porto.

Trata-se de um conjunto de oito histórias da guerra colonial que o autor viveu em primeira pessoa durante a sua comissão de serviço em Moçambique, como alferes miliciano de Operações Especiais ("rangers"), entre 1968 e 1970.

São outros tantos retratos da vida que centenas de milhar de jovens portugueses viveram, nos anos da guerra colonial, no meio do "mato", em Moçambique, Angola ou na Guiné-Bissau.

As histórias são escritas com dramatismo, em que cabem momentos de humor, perplexidade, angústia e ansiedade, mas também a profundidade psicológica, que faltam a muitos relatos de guerra.

As pelo menos duas gerações de portugueses que viveram a guerra em África reconhecer-se-ão facilmente nestas linhas escritas por Froufe Andrade.

Noutro capítulo, o autor narra o regresso atribulado de Moçambique a Portugal, a bordo do navio Vera Cruz, sobrelotado com três mil militares.

Quando navegava perto do Cabo da Boa Esperança (o mítico Cabo das Tormentas de Camões), na África do Sul, o enorme navio foi atingido, na sequência do efeito conjunto de duas ondas sísmicas e de uma tempestade, por gigantescas vagas, sofrendo graves avarias e tendo estado a ponto de soçobrar.

As circunstâncias desta viagem são narradas em primeira pessoa por Froufe Andrade e ainda por um conjunto de 12 depoimentos por ele próprio recolhidos junto de outros militares, oficiais, sargentos e praças, que consigo viajaram.

O autor entrevistou ainda o oficial-piloto que estava de turno na ponte de comando do navio e pesquisou ainda o diário de bordo do navio, no Arquivo Central da Marinha, onde recolheu elementos dos dois comandantes que seguiam a bordo, o comandante do navio e o comandante dos militares a bordo.

Jaime Froufe Andrade, nasceu em 1945, no Porto. É jornalista profissional, trabalhou durante muitos anos do Jornal de Notícias e integra actualmente os quadros da revista Notícias Magazine, distribuída semanalmente com o aquele jornal portuense e com o lisboeta Diário de Notícias.

sexta-feira, 1 de maio de 2009

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Menina estás à janela



Menina estás à janela
Com o teu cabelo à lua
Não me vou daqui embora
Sem levar uma prenda tua.

Sem levar uma prenda tua
Sem levar uma prenda dela
Com o teu cabelo à lua
Menina estás à janela.


Os olhos requerem olhos
E os corações, corações
E os meus requerem os teus
Em todas as ocasiões.

Menina estás à janela
Com o teu cabelo à lua
Não me vou daqui embora
Sem levar uma prenda tua.

Sem levar uma prenda tua
Sem levar uma prenda dela
Com o teu cabelo à lua
Menina estás à janela.


Menina estás à janela
Com o teu cabelo à lua
Não me vou daqui embora
Sem levar uma prenda tua.

Sem levar uma prenda tua
Sem levar uma prenda dela
Com o teu cabelo à lua
Menina estás à janela.


Menina estás à janela
Com o teu cabelo à lua
Não me vou daqui embora
Sem levar uma prenda tua.

Sem levar uma prenda tua
Sem levar uma prenda dela...

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Aqui se fala de um homem íntegro e com uma generosidade sem exemplo

Investi uma boa meia hora nas primeiras dez páginas do Google à cata de material sobre o Acácio, que nos deixou nesta manhã de domingo. E deparei, salvo uma ou duas excepções, com um deserto de repetições mecânicas feitas a partir de um texto da agência Lusa. O que muito diz do actual jornalismo e, até, da sociedade portuguesa.

Tive a honra de conhecer este homem generoso, embora já nos seus últimos anos de vida, a lutar de pé contra uma doença que se sabe, por agora, invencível. Trabalhei com ele durante algum tempo na Administração da Casa da Imprensa e pude privar com alguém, ao mesmo tempo, íntegro, contraditório, doce, irado, sempre disponível para o que fosse necessário, polémico, solidário e de uma franqueza muito, muito rara. Um Homem, o que nos dias de hoje é coisa extremamente difícil de repetir.

O Acácio viveu e trabalhou no tempo em que o grito e o berro se impunham, no desespero da causa, nas redacções dos jornais. Não o conheci nesse período, como disse, mas tenho saudade do tempo em que, outros como ele - que, felizmente!, alguns ainda conheci e com quem trabalhei - faziam dos jornais a sua própria casa, empenhando-se numa luta desenfreada, com todos os prejuízos pessoais que se possam conceber, apenas e só para levar "a" notícia ou "a" reportagem ao leitor. Leitor esse que nos comprava e que, portanto, em última e assumida análise, era o nosso patrão.

O Acácio fazia parte de uma estirpe que não se vergou às prebendas do "jornalismo moderno" (entre aspas, se faz favor), nem se deixou encantar pela sereia dos escudos (ou dos euros!). Acreditava piamente no que fazia em prol do seu semelhante, a maior parte das vezes sem sequer justa retribuição.

Começo a odiar este blogue, que às vezes roça o obituário oficial do meu reino íntimo, mas queria dizer aqui e assinar por baixo que lamento não ter podido aprender mais com o Acácio, como profissional e como cidadão. E, por isso, vou manter o seu número de telemóvel e o seu endereço de correio electrónico na minha agenda de contactos. Quando por lá passar sei que vou sorrir e lembrar-me que tive a sorte de privar, ainda que por breve tempo, com um cidadão de corpo inteiro.

domingo, 5 de outubro de 2008

"Sou do Sporting porque apertei a mão ao Jesus Correia!"

Chego atrasado, como muitas vezes me acontece (por falta de tempo, quase sempre), mas esta crónica tem para mim uma ironia ainda mais especial, eu que de sportinguista nada tenho.

Os interessados sobre as últimas de Molero podem ler aqui, ou pedir à Antena 1 o registo magnético de uma entrevista de João Paulo Guerra feita em Agosto deste ano.

Continuo a sentir-me cada vez mais pobre. E tenho saudades do Dinis.

sábado, 27 de setembro de 2008

Paul Newman (1925-2008)

O meu mundo está mais pobre. Ontem perdeu uma das suas melhores pessoas.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Richard Wright (1943-2008)

A arquitectura não lhe era era uma arte estranha e, talvez por isso mesmo, teve um papel muito importante no "Time", o conceito, ao mesmo tempo, mais geométrico e redondo de toda a obra dos Pink Floyd. Richard Right chegou ao fim da sua caminhada, vencido, aos 65 anos de idade, pela força de um cancro que nunca silenciará os graves, os agudos e, sobretudo, a harmonia de um teclado irrepetível.

Muito daquilo a que se chama o som Pink Floyd a ele se fica a dever. Felizmente, pude vê-lo a actuar em Portugal, numa noite igual a milhares de outras por esse Mundo fora.

Dois anos depois da morte de Syd Barret, o inovador guitarrista elevado à categoria dos génios perdidos (e malditos) à força de tanto Mandrax, os Pink Floyd continuam a ficar mais pobres. É o avanço da marca do tempo, a força que me faz sentir cada vez mais pobre, pobre pela partida de (mais) um que me fez ser homem.

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Morreu Joaquim Castro Caldas


Sem ti, a cultura do Porto ficou ainda mais pobre.

sábado, 19 de julho de 2008

A batida do coração

Phil Collins, Chester Thompson e Bill Bruford...
É para ouvir - desculpem pelo corte abrupto! - a batida original, a batida do coração!



P.S.: Gustavo!, ainda vou conseguir alguém com ritmo para Setembro... Nem que tenham de ser estes gajos...

domingo, 29 de junho de 2008

Fools overture

E agora... algo de absolutamente inesperado!

Rodger Hodgson (Supertramp?), ou melhor, Supertramp (Rodger Hodgson?), na sua melhor composição de sempre, obra de arte (bem melhor que aquelas coisas de betão que nos deixam passar por cima, enquanto outros passam por baixo, e que denominamos do mesmo modo...), ao nível do que, em termos de música popular, colocamos no mesmo patamar que outros e justificados superlativos.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Love is a losing game

Acabo de ver (e ouvir...) 10 a 15 videos no YouTube e percebo que assisti impávido e sereno, e com tremenda dose de inconsciência à mistura, à polémica (entre comas, se faz favor...) jornalística e bloguística a propósito da actuação de Amy Winehouse no Rock in Rio, em Lisboa.

Já tinha ouvido "Rehab" umas boas dúzias de vezes (sobretudo no carro...). Mas já conhecia, de outros registos, "Valerie" e "You know i'm not good". Para já não falar de "Me a Mr. Jones" e, sobretudo, de "Do me good".

A vida, a existência real - corrida para o trabalho, contas por pagar, filhos por criar, sonhos eternamente adiados, dorme, acorda, toca a andar violeta que já é tarde e nunca mais chega o teu dia de descanso - é tão apressada e madrasta, e também requintada puta fina!, que nos coloca, tal e qual!, a leste da realidade em nome da dita cuja.

E por isso, sei agora, estou a perder outra vez (nem quero saber há quantos anos ao certo...), uma batida excepcionalmente boa (haja por aqui algum jornal/revista que fale daqueles músicos de excepção!), um "swing" terno e doce, uma voz plena, rouca (de quem não tem corpo para ela) e linda (de quem nunca chega a sê-lo), que só recorda Billie Holliday e Janis Joplin. E, também, por outos caminhos paralelos, Kurt Cobain e Jim Morrison.

É evidente que aquilo que se assistiu no Rock in Rio teve, apenas, um valor simbólico e circunstancial. Um dia destes vamos todos (sobretudo os que estiveram há dias na Quinta da Bela Vista) fazer coro com o premonitório "Back do black".

Até lá - enquanto jornais, revistas, rádios, televisões e entendidos da música popular glosam do que mais sério e pior se disse sobre a performance - vou ouvindo, ao ritmo mais lento da minha idade actual, num "slow" imaginário de há 20, 30 anos, o meu preferido "Love is a losing game".

terça-feira, 3 de junho de 2008

Abaixo-assinado a favor da abertura de pólo da Cinemateca Portuguesa na cidade do Porto

To: Ministério da Cultura e Cinemateca Portuguesa


O presente abaixo-assinado destina-se a acompanhar um documento expositivo referente à impossibilidade de acesso ao Cinema anterior à década de 90, na cidade do Porto. O documento será enviado ao Ministério da Cultura e à Cinemateca Portuguesa, estando disponível para consulta no site: www.circuitocinema.blogspot.com .
A recolha de assinaturas para o abaixo-assinado está também a ser desenvolvida em suporte físico, por várias pessoas e em vários locais da cidade do Porto.


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A cidade do Porto sofre de vários e complexos problemas na área da cultura, como é do conhecimento geral. No entanto, esta situação não é generalizável a todo o país. Efectivamente, Lisboa continua a usufruir de forma centralizada dos serviços de certas instituições culturais que deveriam fazer jus ao seu âmbito nacional, como, por exemplo, a Cinemateca Portuguesa, um organismo público suportado pelos contribuintes a nível nacional.

No Porto, é de grande interesse público a criação de uma extensão da Cinemateca, o que permitiria acabar com a carência de exibição cinematográfica sentida na cidade, ao nível da produção anterior à década de 90.

Os abaixo-assinados estão cientes desta situação e acreditam que,
- sendo insustentável que o funcionamento da Cinemateca não esteja de acordo com o seu âmbito nacional;
- sendo intolerável que a cidade de Lisboa, apenas por via desta instituição, tenha acesso, por dia, a cinco filmes na sua maioria anteriores à década de 90, enquanto que o Porto passa vários meses sem poder ver uma obra histórica relevante;
- havendo várias manifestações cívicas, associativas e pessoais, a reivindicarem o alargamento do âmbito do organismo em questão,

é fundamental e urgente a criação de um pólo da Cinemateca Portuguesa na cidade do Porto.



Os signatários,

Carlos Azeredo Mesquita
David Barros
Filipe Oliveira
Joaquim Guilherme Blanc
Lídia Queirós
Nuno de Sá
Pedro Leitão
Ricardo Alves

Sincerely,

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Encosta-te a mim



Encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos
encosta-te a mim, talvez eu esteja a exagerar
encosta-te a mim, dá cabo dos teus desenganos
não queiras ver quem eu não sou, deixa-me chegar.

Chegado da guerra, fiz tudo p´ra sobreviver
em nome da terra, no fundo p´ra te merecer
recebe-me bem, não desencantes os meus passos
faz de mim o teu herói, não quero adormecer.

Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim.

Encosta-te a mim, desatinamos tantas vezes
vizinha de mim, deixa ser meu o teu quintal
recebe esta pomba que não está armadilhada
foi comprada, foi roubada, seja como for.

Eu venho do nada porque arrasei o que não quis
em nome da estrada onde só quero ser feliz
enrosca-te a mim, vai desarmar a flor queimada
vai beijar o homem-bomba, quero adormecer.

Tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo
o que não vivi, um dia hei-de inventar contigo
sei que não sei, às vezes entender o teu olhar
mas quero-te bem, encosta-te a mim

Encosta-te a mim
Encosta-te a mim

Quero-te bem.

Encosta-te a mim.

(Letra e música de Jorge Palma)

segunda-feira, 14 de abril de 2008

Jornais amarelos

No espaço de pouco mais de meia dúzia de horas encontrei no "Diário de Notícias" algo de não gostei nem um bocadinho e outra coisa de que gostei imenso.

Na edição de domingo, uma crónica (de que, infelizmente, não consigo colocar aqui a respectiva ligação) do Jorge Fiel, personagem cá do burgo tripeiro, justamente muito admirada, que, agora, investido nas funções de redactor principal do dito jornal, deu em defender a liberalização dos despedimentos como a fabulástica poção para a resolução dos problemas laborais em Portugal, porque, como o próprio explica, quem, neste momento, é contra a revisão do Código do Trabalho é "amish", isto é, velho, passadista, bolorento e retrógrado. Pasmei, vindo de quem veio, e engoli em seco. Novos tempos, concerteza.

Um tempito depois, na edição de segunda-feira, dei de caras com uma crónica (a ligação está aqui) de outro redactor principal do mesmíssimo jornal, Ferreira Fernandes (cada vez mais menos admirado cá por mim, e se alguém tiver dúvidas poderei fazer um desenho...), explicando e trocando as voltas do bê-à-bá da triste polémica em torno da contratação da Fernanda Câncio para um programa da RTP2. Li, reli e aplaudo, sem rebuço. Outros tempos, concerteza.

O jornal em causa não é paradigma de coisa nenhuma, mas, apesar de tudo, ainda vai conseguindo equilibrar as sensibilidades, as diferenças e as divergências sobre as quais é possível e desejável, em teoria, construir um bom jornal. Pluralista, aberto e democrático.

O que não é válido para todos, como é sabido. Porque, para ser sincero, andam por aí uns jornais mais amarelados pelo seu todo, ou será que aindamais ninguém percebeu o jogo?

terça-feira, 18 de março de 2008

Jogo baixo

Declaração de interesses: não sou adepto do Acordo Ortográfico.


Comentáriotanto amesquinhamento também não!

Memória: é para entrarmos pela Esquerda baixa, ou basta recordarmos o falecido Acácio Barreiros dos melhores tempos?

Prognóstico: no Executivo de minoria do Partido Socialista a tomar posse após as eleições legislativas de 2009 Vital Moreira será ministro num Governo chefiado por José Sócrates!

Interrogação: o senhor doutor Vital Moreira é o coiso & tal, xis-pê-tê-ó ex-PC-mais-etc.-para-aí, cuja mulher mulher é qualquer-coisa-que-não-me-lembra-agora neste Governo, tá a ver?!?!?!

sábado, 19 de janeiro de 2008

A partir de hoje, até 15 de Março, CALE-SE!


PROGRAMA

19 de Janeiro
Abertura do Festival com a presença da patrona 2008 – a actriz ADELAIDE JOÃO
“A CANTORA CARECA”
Aquilo Teatro (Guarda)

26 de Janeiro
“AS GUITARRAS DE ALCÁCER QUIBIR”
ATA – Acção Teatral Artimanha (Pinhal Novo, Palmela)

2 de Fevereiro
“CASAL ABERTO”
TAL – Teatro Amador de Loureiro (Oliveira de Azeméis)

9 de Fevereiro
“O ÚLTIMO BAILE DO SR. JOSÉ DA CUNHA”
TAPE – Teatro Amador de Pedroso (V. N. Gaia)

16 de Fevereiro
“O PAÍS DOS DECRETOS”
Teatro Olimpo (Ansião)

1 de Março
“A VERDADEIRA HISTÓRIA DE ANDREIA BELCHIOR”
Opsis em Metamorphose (Cabeção, Mora)

8 de Março
“ROMEU & JULIETA”
Grupo de Teatro Contra Senso (Lisboa)

15 de Março
“UMA VIAGEM PARA LÁ DO FIM”
Companhia de Teatro Poucaterra (Entroncamento) - Espectáculo Extra-concurso
SESSÃO DE ENCERRAMENTO E ENTREGA DOS PRÉMIOS CALE

Todos os espectáculos terão lugar aos sábados, peas 21.45 horas, na Associação Recretaiva de Canidelo (Rua do Meiral, 51 - junto aos 4 Caminhos), em Canidelo, Vila Nova de Gaia.