segunda-feira, 8 de junho de 2009
sexta-feira, 29 de maio de 2009
João Piedade (19??-2009)
Foi ontem à terra um pedaço de mim, um homem que me viu nascer e crescer até à adolescência em paz, conforto e muito afecto. Em 30 anos continuei a crescer e a voar longe, e fui sabendo do declínio e das maleitas próprias da idade e da maldade sem fim que João Piedade não merecia. Morreu num hospital de Lisboa de uma daquelas infecções colaterais que não perdoam. Mas a doença não o venceu! Morreu sem fama, longe da glória, injustamente atirado para um canto sem sombra da história de Angola.
Foi ontem à terra um pedaço de mim.
sábado, 23 de maio de 2009
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Depois não digas que não avisei
Já está, encontrei-o!
Desculpem qualquer coisinha, mas vou ter muito que fazer neste fim-de-semana alargado.
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sexta-feira, fevereiro 20, 2009
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Vudu
Está complicado, por aqui, regressar à normalidade. Ao fim da tarde de ontem, enquanto engolia uma cigarro à velocidade da luz, após três horas de traça, passou-me pela cabeça, sem que ainda agora perceba porquê, vasculhar a tralha caseira até encontrar um bonequinho ridículo deitado numa caixinha de madeira no qual, supostamente, poderei praticar… vudu! Não sou nada atreito a essas coisas, mas, no momento em que repego no assunto, a ideia agrada-me. Se não o encontrar num caixote qualquer, vou à FNAC buscar um.
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sexta-feira, fevereiro 20, 2009
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domingo, 15 de fevereiro de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Sheep
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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Pigs on the wind
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sexta-feira, janeiro 23, 2009
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In the flesh
Ainda (e sempre) a propósito dos porcos.
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sexta-feira, janeiro 23, 2009
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quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Presidente Obama

Nunca, diz a História, foi tão elevada e global a expectativa a propósito da eleição e, agora, da posse de um presidente dos EUA. A esperança em dias melhores atingiu níveis inéditos. Será ele capaz?
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quarta-feira, janeiro 21, 2009
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Vampiros
No céu cinzento
Sob o astro mudo
Batendo as asas
Pela noite calada
Vem em bandos
Com pés veludo
Chupar o sangue
Fresco da manada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
A toda a parte
Chegam os vampiros
Poisam nos prédios
Poisam nas calçadas
Trazem no ventre
Despojos antigos
Mas nada os prende
Às vidas acabadas
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
No chão do medo
Tombam os vencidos
Ouvem-se os gritos
Na noite abafada
Jazem nos fossos
Vítimas dum credo
E não se esgota
O sangue da manada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
São os mordomos
Do universo todo
Senhores à força
Mandadores sem lei
Enchem as tulhas
Bebem vinho novo
Dançam a ronda
No pinhal do rei
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
Se alguém se engana
Com seu ar sisudo
E lhes franqueia
As portas à chegada
Eles comem tudo
Eles comem tudo
Eles comem tudo
E não deixam nada
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terça-feira, janeiro 20, 2009
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segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Pigs
Não confundir, por favor, com leitões... in the space! :-)
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segunda-feira, janeiro 19, 2009
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As imagens e o vómito
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segunda-feira, janeiro 19, 2009
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quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Uma data que viverá na infâmia
Franklin Roosevelt recebeu as notícias sobre o ataque à base militar norte-americana em Pearl Harbor, reuniu com os seus assessores e, depois, escreveu o texto do pedido de declaração de guerra ao Japão que haveria de propor ao Congresso.
No dia seguinte, 8 de Dezembro de 1941, o presidente dos EUA dirigiu-se ao Congresso com um dos seus discursos mais famosos:
“Sr. vice-presidente, e sr. presidente, e membros do Senado, da Câmara dos Representantes:
Ontem, 7 de Dezembro de 1941, uma data que viverá na infâmia, os Estados Unidos da América foram surpreendidos e deliberadamente atacados pelas forças navais e aéreas do Império do Japão.
Os Estados Unidos estavam em paz com essa nação e, a pedido do Japão, estava-se ainda em conversações com o seu Governo e o seu imperador, procurando manter a paz no Pacífico. Efectivamente, uma hora depois dos esquadrões aéreos japoneses começarem a bombardear Oahu, o embaixador japonês nos Estados Unidos e o seu colega entregaram ao secretário de Estado uma resposta formal à recente mensagem norte-americana. Esta resposta referia que parecia inútil continuar com as negociações diplomáticas existentes, mas não continha a possibilidade de um golpe de guerra ou de um ataque armado.
É de registar que, dada a distância do Havai ao Japão, parece óbvio o ataque ter sido deliberadamente planeado desde há muitos dias ou mesmo semanas atrás. Durante o ataque, o governo japonês procurou deliberadamente enganar os Estados Unidos com afirmações falsas e expressões de esperança na continuação da paz.
O ataque de ontem às ilhas do Havai causou sérios danos às forças navais e militares norte-americanas. Perderam-se muitas vidas norte-americanas. Adicionalmente, foi relatado que alguns navios norte-americanos foram torpedeados em alto-mar, entre São Francisco e Honolulu.
Ontem o governo japonês também lançou um ataque contra a Malásia. Esta noite, forças japonesas atacaram Hong Kong. Esta noite, forças japonesas atacaram Guam. Esta noite, forças japonesas atacaram as ilhas das Filipinas. Esta noite, forças japonesas atacaram a ilha de Midway.
Portanto, o Japão iniciou uma ofensiva surpresa estendendo-se a toda a área do Pacífico. Os factos de ontem falam por si. O povo dos Estados Unidos já formaram as suas opiniões e compreendem bem as implicações para a própria vida e segurança da nação.
Como comandante-em-chefe do Exército e Marinha, ordenei que sejam tomadas todas as medidas para a nossa defesa. Iremos sempre recordar o carácter do ataque perpetrado contra nós. Não importa o quanto irá demorar para superar esta invasão premeditada, o povo norte-americano no seu justo poder vencerá até à vitória absoluta.
Acredito que interpreto a vontade do Congresso e do povo, quando asseguro que não só nos iremos defender até ao impossível mas iremos assegurar que esta forma de traição nunca mais nos volte a ameaçar. As hostilidades existem. Não existem dúvidas no facto do nosso povo, o nosso território, e os nossos interesses estarem em grande perigo.
Com confiança nas nossas forças armadas – com a grande determinação do nosso povo – nós iremos alcançar o triunfo inevitável – por isso, Deus ajuda-nos.
Peço ao Congresso para declarar, devido ao não provocado ataque cobarde do Japão no domingo 7 de Dezembro, que existe um estado de guerra entre os Estados Unidos e o império do Japão”.
A declaração foi aprovada, praticamente por unanimidade, no Senado e na Câmara dos Representantes, e três dias depois, os aliados do Japão, Alemanha e Itália, declaram guerra aos Estados Unidos da América.
Do resto da História sabemos nós.
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quinta-feira, janeiro 15, 2009
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sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
"Acabem com eles"
O Prémio Nobel da Paz Shimon Peres tira a máscara.
"Eles", os do Hamas e os palestinianos, são todos "terroristas", por isso só há uma solução: "acabem com eles". E o "povo normal" que, diz ele, os israelitas querem ser, parece ser um desejo apenas ajustável ao "povo eleito".
O genocídio está em curso, ironicamente em nome da Paz e com o apoio tácito da comunidade internacional. Não aprendemos nada com os "guetos" nazis. Nem sequer os judeus.
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sexta-feira, janeiro 09, 2009
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domingo, 4 de janeiro de 2009
sexta-feira, 2 de janeiro de 2009
Helen Suzman (1917-2008)
Foi ao longo de 36 anos a mais célebre activista anti-apartheid branca, quando eram raros os brancos que criticavam o regime segregacionista da África do Sul. Nesse período, Helen Suzman foi também durante 13 anos, a única deputada na Assembleia a condenar abertamente o apartheid – como deputada do Partido Unido, mais tarde no Partido Progressista.
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sexta-feira, janeiro 02, 2009
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sábado, 27 de dezembro de 2008
À margem dos agendas de todos os jornais & C.ª

Inevitavelmente, passará ao lado de todas as sínteses do ano. Por isso aqui fica um apelo à memória.
A 13 de Fevereiro de 2008, a Austrália pediu formalmente desculpa às Gerações Roubadas. Os mais interessados pelo tema poderão encontrar uma pequeníssima âncora aqui ou aqui. Phillip Noyce retratou o drama em formato cinematográfico seis anos antes, mas muitíssimo poucos deram conta.
A anotação, de respeito, pelo povo espoliado e pelo realizador, aqui fica.
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sábado, dezembro 27, 2008
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quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Não há qualquer jogo à Direita
Não há secessão possível, sequer.
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quinta-feira, dezembro 18, 2008
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